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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

SANTA MARGHERITA - PORTOFINO II



B&B vai indicar o “caminho das pedras” em Santa Margherita e Portofino.

Os percursos desconhecidos pelos turistas “Pit Stop”
 

Quando se aproximam os últimos dias de outubro os gigantescos transatlânticos somem em busca de outros portos e deixam, finalmente, Santa Margherita e Portofino em paz.

Os lojistas comerciantes, proprietários de bares, restaurantes, hotéis etc., com os bolsos cheios (e o saco, também) sempre reclamando, mais por vício do que razão, fecham suas portas e partem, também, em busca de sol (como europeu é louco por sol....).

É exatamente nesta época que Santa Margherita e Portofino reassumem os ares da antiga exclusividade, parecem retornar aos anos 50 e doam, ao atento turista, dias de raro refinamento.


 

Os estabelecimentos que permanecem abertos diminuem os preços, o atendimento melhora, e a língua predominante volta a ser o italiano.

O caminho das pedras.

Restaurantes:

Evite e fuja, se possível, dos restaurantes da orla.

Especializados em depenar turistas, estes locais oferecem menus falsamente típicos ou pizzas de duvidosa qualidade e meramente comerciais.
 

Para se comer bem e pagar o preço justo, em Santa Margherita, é preciso fugir da orla.

Os melhores endereços.

Há, em Santa Margherita, 74 restaurantes.
 

Escolhi alguns que frequento com assiduidade e que são, para mim, os melhores da cidade.

“Trattoria San Siro” apresenta uma cozinha típica em um ambiente simples, mas muito agradável e aconchegante.

Pratos preparados com competência e rapidez.

 Porções gigantescas e preços baixíssimos (um antepasto, um prato principal e ½ garrafa de vinho por 20 Euros)

 Um dos meus preferidos.
 

“L’Insolita Zuppa” é um local escondido, bem decorado com cozinha moderna que oscila entre a tradição e algumas fugas para a França.

 Imperdível.

“L’Oca Bianca” apresenta cozinha de alta qualidade, razoável carta de vinhos e preços interessantes.

Um detalhe: o gentilíssimo proprietário é bipolar.

Há dias em que cobra até o boa noite e em outros perdoa taça de vinho, limoncello, café....
  

 

“Ristorante Antonio” seguramente o melhor peixe de Santa Margherita (prove o fantástico antepasto de peixe espada) e a melhor adega da cidade.

Preços um pouco mais elevados, mas vale conferir.

“Il Nostromo” é tocado por mãe e filha que se desdobram para agradar.

Cozinha muito interessante (prove o atum ao pesto de hortelã) preços contidos e adega razoável.
 

Em Portofino, um matadouro gastronômico espera para detonar, sem piedade, todos os tipos de cartões.

É difícil resistir à tentação de comer no pequeno e charmoso porto lígure, mas é bom saber que a tentação custa e custa muito…. Para comer, nos restaurantes da badalada Portofino, é preciso gastar, no mínimo, 80/100 Euros.

Única e inteligente opção: “Trattoria Concordia”

A “Trattoria Concordia, bem no final da aldeia, é o melhor e mais barato restaurante de Portofino

Confira!
 

Se todos os bons restaurantes locais se localizam na parte interna de Santa Margherita e Portofino, os melhores bares frequentam o mar.

Os bares da parte interna devem ser frequentados, apenas, para tomar um café ou um cappuccino.

 Os bons copos, com algumas raras exceções, são encontrados apenas nas badaladas ruas da orla marítima.

Em Santa Margherita aconselho o “Plaza Café”, “Miami’ Café”, “Sabot” (o meu preferido), todos nos badalados pórticos da cidade
 

Na subida do castelo, o charmosíssimo “Vernissage” merece uma visita.

 O ótimo “Divino”, sobre a peixaria do porto, bem ao lado do restaurante “Paranza”, tem a melhor carta da cidade e uma vista impagável.

No final do porto dois endereços: “Skipper” e Tortuga”.

Os dois bares são os endereços favoritos dos ricos milaneses que, durante o verão e fins de semana, desfilam suas ricas joias e roupas caras pelas mesas do lugar.
 
 

São os bares frequentados pelas peruas “Botox-dependentes” e pelos coroas “Viagra-carentes”.

Evite, se puder.

Em Portofino não há como indicar nada: em Portofino todos os bares são bons, charmosos e caros.

Em Portofino faça como nossa sapiente

perua-ex-ministra-petista: “Relaxe e goze”.
 

 

Bacco

 

 

 

 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

BEAUJOLAIS NOUVEAUX 2014



Passeando pela França entrei em um supermercado para comprar algumas frutas e, como de hábito, aproveitei para conferir o preço de alguns vinhos.

Um detalhe :acabara de receber um e-mail da Mistral que, orgulhosa, me oferecia o Beaujolais Nouveaux 2014 por, nada modestos, R$ 92,70.

COMO ENCOMENDAR
O Beaujolais Nouveau 2014 e o Beaujolais Villages Nouveau 2014 de Joseph Drouhin devem estar disponíveis a partir do dia 20 de Novembro*.
BEAUJOLAIS NOUVEAU 2014:
R$92,70 por garrafaCOMPRAR
BEAUJOLAIS VILLAGES NOUVEAU 2014:
R$99,90 por garrafaCOMPRAR

 


Vagando, entre as gôndolas, encontrei Beaujolais Nouveaux 2014 por preços nunca acima de 5 Euros (R$16).

Havia poucas etiquetas e pensei que na net poderia encontrar mais opções.

Encontrei........

Confiram no link quanto pagam os franceses pelo vinho e comparem os valores que a Mistral extorque dos ricos brasileiros.
 

Se alguém continuar culpando os altos impostos devo lembrar, mais uma vez, que na exportação as taxas francesas não são cobradas.

Na Itália o Beaujolais Nouveaux custa 4,5/6,5 Euros

Nos EUA 5/7 U$

No Japão, na grande distribuição, o vinho francês é encontrado por preços equivalentes a 7,5/9 Euro.

Enquanto isso no país tropical abençoado por Deus e bonito por natureza …. 30 Euros
 

Arrisco um palpite: A Mistral deve ter pago, ao Drouhin, não mais de 2,50 Euros pelo Beaujolais.

Façam suas contas......

 

domingo, 16 de novembro de 2014

Santa Margherita & Portofino


Durante alguns anos morei em Chiavari.

Chiavari não é exatamente a localidade mais bonita e atraente da “Riviera del Levante”, especialmente e se levarmos em conta apenas o aspecto turístico, mas é de longe a mais racional para se viver.

Tudo, em Chiavari, é mais barato: alugueis, estacionamentos, hortifrutigranjeiros, roupas, restaurantes, bares, supermercados .......

Chiavari tem vida própria (não depende unicamente do turismo), comércio pujante, grandes supermercados, inúmeros bares e restaurantes, hospitais, cinemas, teatro; uma cidade média, para os padrões italianos, mas com todas comodidades dos grandes centros urbanos e sem os conhecidos defeitos.

Trânsito calmo, violência próxima de zero, pouco mais de 27 mil habitantes, educados e civilizados; uma cidade do tamanho do homem.
 

Por razões, que não é necessário elencar, tive que me mudar para a vizinha Santa Margherita Ligure.

Santa Margherita é esplendida, é única.

 Santa Margherita e a vizinha Portofino (4,5 km), são as localidades turísticas mais sofisticadas da Riviera Lígure e pertencem ao seleto clube dos mais exclusivos endereços da Itália.
 

Natureza belíssima, enriquecida por uma arquitetura secular e intocada, traçado urbano ainda medieval e intrigante, igrejas riquíssimas, lojas de grifes refinadas (outro dia, em uma vitrine, havia um blazer, sendo oferecido na promoção, com 50 % de desconto, por míseros 1.750 Euro), bares de sonho, incontáveis restaurantes ..... Charme total e absoluto.

Frequento Santa Margherita e Portofino há 40 anos e nessas quatro décadas nada mudou (comprove olhando as fotos atuais e as da década de 50).

As cidades não cresceram, aliás, os habitantes diminuíram.
 

Em Santa Margherita viviam, em 1950, cerca de 11.000 pessoas e hoje são apenas 10.000.

Em Portofino o êxodo foi maior: de 1.000, em 1950, para os 460 atuais.

 

 

 

Todas as casas e prédios apresentam, desde sempre, as  mesmas cores  (é proibido mudar a pintura) , as janelas devem ser verdes , os jardins continuam floridos,  os taxis estacionados  no ponto de sempre, as duas bancas  de revistas continuam no mesmo local, a Villa Durazzo e seus jardins permanecem acima de tudo e todos, o castelo de defesa há séculos vigia o mar contra a invasão sarracena , o pequeno porto de pescadores  é ainda o mais importante da região, os capuchinhos , em seu convento, ainda vinificam o próprio vinho e a abadia “Della Cervara” ,desde 1360, continua sendo  meta obrigatória do turista inteligente.
 

O tempo parou e não vai mudar nos próximos..... sei lá quantos anos.

A estrada, que leva a Portofino, tortuosa e estreita, dificulta o trânsito e não há nenhum remoto sinal que vá ser ampliada.

 Aliás, ir a Portofino de carro é claro sinal de demência.

Estacionamento pequeno e caríssimo, dificuldade para se manobrar até para fazer retorno, impossibilidade de trafegar pelas três únicas ruas; o carro, em Portofino, é um inútil empecilho.
 

Apenas uma transformação: na minúscula aldeia não é mais possível comprar uma alface, um caderno, um frango, uma agulha ....

Todas a lojas foram compradas pelas grandes grifes.

 Onde antes se vendiam rabanetes, papel higiênico, sabão, lápis etc., a Ferragamo, Dior, Prada, Vuitton, Zegna, Dolce & Gabbana e companhia bela, vendem seus caríssimos artigos que fazem a alegria dos russos, chineses, brasileiros e, vagarosamente voltando, americanos. 
 

As duas cidades, em sua antiga e tranquila beleza, parecem esperar, ainda, a volta dos frequentadores que, nos anos 1950, as elegeram rainhas do glamour.

Quem passou ou morou por lá?

Petrarca, Nietzsche, Marconi, Pound, Liz Taylor, Richard Burton, Rex Harrison, Ali Khan, Rita Hayworth, Frank Sinatra, Ray Charles, Laurence Olivier, Bogart, Bacall ….

A esperança é a última que morre, mas nos dias de “Duro de Matar 3.816” e “Velozes e Furiosos 2.712 a volta de “A Princesa e o Plebeu” ou “La Dolce Vita”, mais que difícil, é irreal.

Santa Margherita e Portofino parecem intocados postais à espera do antigo glamour que o turismo moderno varreu para outros lugares.
 

Miami, Las Vegas e Dubai, por exemplo.

Mas onde há mar, há salvação.

Todas as semanas imensos navios despejam milhares de turistas que, faça sol, chuva ou neve, invadem lojas, igrejas, restaurante, bares, sorveterias.

Turistas com dinheiro contadinho, com horário apertado e sempre apressados, visitam em poucas horas Rapallo, Santa Margherita e Portofino, comem pizza, bebem Coca Cola e empanturrados, cansados, cheios de gases, não veem a hora de retornar para suas cabines e correr para o banheiro.
 

É o turismo “gaseificado” ....

B&B vai mostrar o “caminho das pedras” de Santa Margherita e Portofino, caminho não percorrido pelos turistas “Pit Stop”

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A PESSOA MAIS CORRETA QUE CONHEÇO


 


Acredito que todos lembram da esculhambada que levamos, de um leitor, quando ousamos criticar o viking do Lago Norte, seu restaurante abusivo e os preços galácticos, lá, cobrados.

O defensor do rei da bacalhoada nórdica , assim escrevia

 
 
Vá se catar! Falas mal de uma das pessoas mais corretas que conheço.

Pios bem, a “pessoa mais correta que conheço” continua picaretando, fugindo, dos impostos e burlando a lei.

O viking, sempre mais distante da Dinamarca  e cada dia mais próximo do Maranhão , enviou o e-mail abaixo para uma legião de clientes
 

 Caros amigos,

 Na segunda feira dia 17 de novembro vamos fazer uma noite POP UP em algum lugar da cidade, onde vamos ter a alegria de servir este menu, tomar vinhos e matar saudades.....

Favor faça a sua reserva até terça-feira dia11 de novembro, por esse email ou no33692301 ou 91670037

Um grande abraço,

Simon Lau



 

 

POP UP

 

ostras in natura,

sorvete de tucupi, flores e mini torresmos

 Hugel  gewürztraminer Jubuile 2007, alsace, frança

 

salada morna de bacalhau grelhado

melão, vinagrete de salsinha e pimenta defumada

sigalas, agirtiko/athiri, santorini, 2010, grécia 

filet mignon e mandioca

agrião farofa de goiás e redução de costela

catena, cabernet sauvignon, 2009, argentina 

sopa gelada de coco

com sorbet de cajuzinho do mato

pio cesare, moscati d´asti, 2010, Itália  

chá, café e madeleines  

menu de 5 pratos:              R$ 220,00

menu de vinho completo:     R$ 140,00

Como é possível verificar o chef continua “carcando” a mão nos bolsos dos incautos, não paga um tostão de imposto e nem ameaça abrir um restaurante legalizado.
 

Parabéns

Dionísio  

CRISE III BERCAU


 


Imagine uma cidade com menos de 30.000 habitantes e centro de um território com, aproximadamente, 100.000 almas, famosa em todo o mundo por seus vinhos, gastronomia e chocolates (Ferrero Rochet), que num raio de 25 quilômetros abriga mais de 300 restaurantes.

Imaginou e pensou em Alba?

Acertou!

Sem sombra de dúvidas, Alba e as aldeias que o circundam, é um dos lugares em que melhor se come na Itália e no mundo.

Exagero?

Então reclame com a guia Michelin que concedeu suas famosas estrelas para 17 restaurantes da região.

O número é surpreendente na medida em que sabemos que os franceses, da Michelin, não são pródigos na distribuição de estrelas fora da França.

É fácil deduzir, então, que a concorrência obriga os restaurantes locais a se superarem constantemente.

Quem dorme de touca pode acordar e ver o concorrente “roubando” seus clientes.
 

Nesta “guerra” é preciso sempre renovar, ser competente, profissional e atento à concorrência.

Não conheço, nem poderia, todos os restaurantes da região, mas uma centena, ou mais, foram visitados, avaliados e comentados aqui em B&B.

Quando ainda tinha saco para acompanhar grupos de turistas, percorrendo as vinhas das Langhe, sempre procurei escolher os melhores e mais representativos endereços gastronômicos para apresentar aos meus hospedes.
 

No final, de cada giro, a clássica pergunta: “Qual foi o melhor restaurante?”

Todos, repito, todos e sempre apontavam o “BERCAU”, de Verduno, como o melhor endereço da viagem.

Uma pequena história....
 

O “Bercau”, acrônimo de Bergamin e Cauda, sobrenomes dos sócios proprietários do restaurante, nasce, há mais de 15 anos, em uma antiga propriedade da prefeitura de Verduno.

O Gian Alessandria era cliente assíduo de um restaurante, em Cinzano, pertencente ao magnata Oscar Farinetti (Borgogno e Fontanafredda entre outros) e gerenciado pelos dois rapazes.

Ao tomar conhecimento que a prefeitura de Verduno procurava alguém competente e que se dispusesse a tocar um restaurante na cidade, pensou imediatamente em Massimo Bergamin e Gianni Cauda.

As conversas foram se aprofundando, as arestas aparadas, os valores acordados e finalmente a “Trattoria Dai Bercau” abriu as portas em uma ruazinha escondida na, também, escondida Verduno.
 

Já se passaram mais de 15 anos e a “Trattoria dai Bercau”, apesar do difícil acesso, de não estar localizada em uma cidade eminentemente turística, não ostentar uma placa indicativa sequer na fachada, não conheceu um momento de crise.

A “Trattoria dai Bercau” é um fenômeno gastronômico conhecido e comentado no mundo todo.

O segredo?
 

Dois: a grande cozinha de Gianni Cauda e o savoir-faire na sala do competentíssimo Massimo Bergamin.

Dois jovens brilhantes, trabalhadores incansáveis, matéria prima de primeira, carta de vinhos inteligente…como fracassar?

Impossível!

A crise passou longe da “Trattoria dai Bercau”.

 O local foi obrigado a aumentar o número de mesas, de funcionários, além de expandir e modernizar a cozinha.

 Nesta temporada de trufas, quem visitar Alba e arredores deve dar uma desviada, conhecer Verduno, beber algumas taças do ótimo Pelaverga do Alessandria, jantar no “Dai Bercau” e apertar as mãos dos meus amigos Massimo e Gianni.
 

Não perca os famosos antepastos (mínimo de cinco), os risotti, agnolotti, massas (mínimo três variedades), o coelho, galinha de angola, cordeiro, brasato al Barolo etc.

  Antes de pagar, os costumeiros 28/35 Euros, termine o pantagruélico jantar com um dos doces (não perca o Brunet) da casa.

BERCAU, impossível não gostar.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A VELHICE É UMA........


 

Cesare Giaccone, meu amigo, grande cozinheiro, que já foi considerado um dos 10 melhores do planeta, deve estar numa pior.

A Seara está veiculando uma campanha para promover uma lasanha.
 

 Foi buscar, em Albaretto della Torre, o mítico chef piemontês para dar credibilidade e confiabilidade a um prato tipicamente bolonhês.

Conheço o Cesare há décadas, já comi em seus restaurantes, sei lá quantas vezes, mas nunca encontrei no cardápio uma lasanha.

Cesare Giaccone foi um dos poucos cozinheiros geniais que conheci.

Impossível esquecer sua lula cozida no leite, seu cabrito assado durante horas sobre as brasas de madeiras aromáticas, seus “Funghi e pesche alla Willberger” e o genial “Zabaione com le Pere”.
 

Os anos devem ter deixado marcas profundas na mente do  grande Cesare e esvaziado sua carteira.

O grande chef, “obrigado” pela Bernardes a referendar uma lasanha industrializada, me pareceu desconfortável, fora do ninho e quase pedindo desculpas pelo papel ridículo e mal interpretado.
 

Giaccone não é, nunca foi e jamais será um especialista em lasanha.

 Giaccone jamais serviria uma porcaria como aquela em seu restaurante.

Antes de terminar quero afirmar, pela milionésima vez, que “cantina”, em italiano, é adega.

Se você viajar 287 anos pela Itália jamais encontrará uma” Cantina” para almoçar ou jantar.
 

Encontrará: Ristorante, Trattoria, Osteria, Pizzeria, Tavola Calda, mas se insistir em comer em uma “Cantina” morrerá de fome.

Em homenagem ao grande Cesare Giaccone, ao seu passado glorioso e a sua cozinha genial, que permanece viva na memória, juro que não vou comer a lasanha da Fatima Bernardes e da Seara.

Patético.

Bocca.